Assisti ao filme “Was Nützt Die Liebe in Gedanken”, traduzido para o título deste post, a pouco e escrevo sob forte influência do mesmo.

Como é possível que uma paixão que vem rápida seja mais forte que o carinho intenso e um amor dado com força sem nada pedir em troca?
É, o gostar não funciona como devia, alguns de fato nascem para serem amados e outros para amar, é possível ser um pouco dos dois, difícil mesmo é encaixar dois meios termos.

O filme mostra de forma tocante, marcante e violenta o que pode acontecer quando se ama e como podemos machucar com gestos aqueles que gostam de nós.
Assei o filme todo com vontade de abraçar Elli e mandar aos quíntaros aquela que não soube gostar. Vontade de carregar no colo aqueles olhos arregalados e medrosos e fazer eles brilharem.

Mas é fácil querer casais felizes e mudanças nessas paixões não correspondidas nos filmes, torcer por um personagem ou que se forme um casal, mas acabamos, em boas produções, nos colocando nas situações ou relembrando coisas que vivemos e o certo não é tangível quando somos atores de nossa própria vida. Ah que tranquilidade teríamos se pudéssemos nos assistir e controlar o que sentimos. Que alívio teria sendo o diretor ao invés de estar nessa peça sem lógica , sem diretor e sofrendo por não conseguir sair das armadilhas de sofrimento que este belo roteiro de drama que é o que vivo me pregou.

Eu já tive uma Elli pra mim, que me amou a seu modo. Faz tempo e achei que me afastar a faria entender melhor que não seria correspondida, ignorei a dor por que ela passava, apenas fugi com as palavras vazias que esses momentos nos proporcionam, “não é isso que sinto por ti” e blá blá blá.
Queria poder fazer brotar sentimento em mim pra dar a quem queria-me tanto, mas isso não pode acontecer, não gostamos de quem merece por gostar da gente.
Mas mesmo isso tendo acontecido, não entendo as atitudes do Paul no filme e tampouco deixei de querer que ele retribuísse aquilo que estava senso dado a ele.Suas atitudes não fazem sentido assim como as minhas nunca poderão ser explicadas.

Ele deveria ficar com quem o merecia. Mas qual a fórmula secreta pra fazer brotar sentimento?
Ele não conseguiu, eu não consegui, tampouco acho possível.
Ele ficou só, Elli ficou só, mas a vida nem sempre é capaz de somar 1 + 1 e juntá-los.
Ficarei só? E quanto a minha Elli, faz tempo e já não me pertence mais seu destino, mas estranhamente ainda guardo as cartas que ela me escreveu.
De versos batidos e uma sinceridade e pureza de sentimento que me fizeram temer vê-las. Eguei um envelope novo em folha e lacrei com muita cola as suas palavras, mas não me livrei delas. Não joguei fora, não queimei apenas isolei de mim, simplesmente deixei fora de alcance sem deixar de estar perto.

Me pergunto se essa será a única a sentir algo assim por mim e se não foi meu medo de perder tal sentimento que me fez afastar.

Mas acho que não foi isso, apenas não gostava e achei que em outras esquinas acharia algo pra sentir algo assim. É, jovens se enganam com freqüência.

Sou fã de F1.

Levantei olhei para os lados e pensei, a porcaria do despertador não tocou. Não fazia idéia de onde estava o celular e se o pegasse após falhar comigo, o atiraria na parede, sai com os olhos ainda meio fechados até a sala. Cheguei lá e o horário não me dizia nada da porta, maldita miopia. Me aproximei e vi a hora, 8h05min. Pensei comigo, droga, perdi a largada.

Voltei pro meu quarto pra ligar a TV e olhei pro lugar e nenhuma TV, estive trocando as coisas e lá estava a tv no chão. Tinha tirado ela para instalar o computador no lugar. Olhei desolado mas não mexi em nada, a vontade de ir no banheiro, ouvi aquele barulho de cachoeira pensando numa hipotética largada, até nas malditas tempestades de areia pensei. Voltei correndo pro quarto e carreguei a TV pro lugar, liguei pra finalmente ver a corrida e… Droga, onde coloquei a maldita antena? Finalmente desisti da TV do quarto (decisão que tinha que ser tomada antes, se eu não tivesse dormindo em pé).

Cheguei na sala e quando coloquei na Globo, outro programa. Perdi a maldita corrida, me veio a cabeça a raiva por não ter acordado, a culpa por ter dormido tão tarde e principalmente a ira do celular que não despertou. Fiquei 20 segundos olhando o rapaz da televisão falar de mel e abelhas e me toquei que algo estava errado, fiz o cálculo e a corrida que começava as 8 horas, termina as 10h e não tem mas nenhum programa deste tipo. Voltei pro relógio já achando que estava alguma coisa errada e ele estampava a hora, 8h09min. O encarei por 30 segundos até compreender o óbvio, a corrida começa as 9 horas!

Uma escolha acarreta o fim de algumas possibilidades. Ao entrarmos pela porta da direita, não podemos mais escolher a da esquerda, mas percebi que vai além disso.
Quando entramos por uma porta, temos acesso a muitas outras, mas temos outra consequencia, a impossibilidade total e absoluta de descobrirmos o que existia por trás das escolhas que deixamos de fazer.
Escrevi aqui, ou num outro canto, que sentia como tendo que escolher entre meus escritos e pesquisas e um carro grande tamanho família com crianças que teriam além dos cabelos cacheados, o péssimo hábito de querer comprar bobagens no supermercado com súplicas de “só hoje, pai”.
Acho que ver as coisas por esse panorama me fez fugir de algumas coisas, mais especificamente supermercados, crianças e o fim da minha graduação.
Mas parar e deixar as coisas de lado também é uma escolha, e mesmo que não dê pra perceber em que lugar estamos, ocupamos um espaço.
Não sei se quero entender o espaço que estou, mas com certeza quero aproveitá-lo sem fantasmas batendo a porta e me convencendo de que deveria ter escolhido a porta da direita. Acho que pensar no passado pode ser uma inesgotável fonte de auto-engano, porque, vejamos, veremos sempre ele dê uma forma equivocada, ao menos no que tange os efeitos de nossas escolhas sobretudo aquilo que deixamos de lado.
Porque, na mesma medida que abrimos a porta da direita e vimos o que não era o que esperamos, não temos idéia do que havia na porta da esquerda. E não adianta voltar pra tentar dar uma espiadinha, porque atrás dessas portas, sempre há uma realidade modificada a cada momento, por cada decisão e sentimento que todos tem, e com todos falo além dos infelizes envolvidos.
Mas isso não me faz deixar de me perguntar o que passa na cabeça das pessoas e rege suas decisões? O que faz o cara que tem tudo para estudar mais e mais e fazer aquilo que gosta se enterrar num emprego que nada tem a ver com ele? O que faz uma pessoa mudar sua forma de agir por descobrir os sentimentos que sente por alguém? O que faz alguém escolhar a casa e tudo que antes parecia aquilo que se deve ter distância para se sentir seguro? Como é possível ver outro caminho a 30 cm de distância e agir como se os dias não tivessem passado e não tívessemos aberto a porta errada? Como seguir em frente sabendo que o caminho que escolhemos não nos leva a montanha que desejamos? Porque a inércia é a rainha das vontades daqueles que nunca se permitem andar na contra-mão?
O que é estar seguro? O que fazer quando aquilo que queremos não nos faz bem? Como não cair nas cotidianices se temos medo da estrada esburacada que nos leva pra onde queremos ir? Porque nos sentimos bem por caminhos que não conhecemos e temos tanta dificuldade em enxergar a felicidade que está aqui do lado?
O que será que tinha atrás daquela outra porta mesmo?

- Tens  estepe?

-  Tenho sim. Só que é preciso um poucode esforço.

- Eu tb sou assim, as vezes é preciso um “te adoro”, ou”sempre estive pensando em ti”.

- Verdade. – disse ele, tentando lembrar com quem poderia contar e mostrando um sorriso tímido ao pensar e ver que só tinha uma pessoa, mas que essa era “de erteza”, como costumava pensar de quem confiava.

Mas o desenrolar dos fatos daquela semana não foram como era esperado. Talvez  porque não esperava nada como sempre, mas coisas acontecem, mesmo que pareça que está sob controle quando fora de controle.

Aquele não era um estepe. Era o pneu slick prontinho, depois de 17 voltas que o trouxeram para o melhor rendimento.

Mas pneus não ganham corridas.

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Ele vinha fazendo a onda, blasé. Não conversa, não respondia, não buscava. Achava que a autopiedade era sua salvação. Pensou.

Ele: Se o que quis passou, pra que lutar?

Ele mesmo: Tu só quis porque não dava…

Ele: E não dava mesmo, o que aconteceu foi só um acidente.

Ele mesmo: Ela queria, tu queria, acidente é outra coisa!

Ele: Como assim outra coisa? Odeio quando vens com meias palavras que querem dizer mais do que parecem. Te conheço, não entendo e me irrito. Isso é meu, pulga na orelha dos outros é um dom que busco exclusividade.

Ele mesmo: Não vou brigar por monopólio de formas de agir. Já sabes que o que é teu nunca é teu. Voltando ao assunto, antes que fuja, acidente é quando é um erro. E o fato em si não teve erro nenhum. Ela gostava de ti e isso acabou contigo, tu não sabe ser amado.

Ele: É, não sei, mas isso não explica a desistência dela.

Ele mesmo: Que? Dela? Tu bem sabes que isso é coisa dessa tua cabecinha, ela só “desistiu” porque tu a obrigou a tanto. Tu deixou de lado. Não lutou, não buscou, ficou se lamentando e vendo ela ir.

Ele: Queria que eu a amarrasse?

Ele mesmo: Não seja bobo. Tu que a amarrou. Amarrou bem longe de ti, para que ela não se aproximasse. O tal campo de força que a outra falou.

Ele: Pode ser, mas não sei o que fazer, sou vítima disso tudo.

Ele mesmo: Vítima de ti mesmo. acha que tem e não cuida, não cuida e perde. perde e sofre. É tudo consequência dos teus atos. Tem que dar e mostrar que recebeu. Nada é teu pra sempre e sem cuidado algum, tu quer cuidado sem oferecer nada. A pobre criatura não pode adivinhar que é importante e que tu gosta dela tanto assim. Teu medo de sufocar acaba matando de falta de ar.

Ele: Pára com isso, o que pensas qu é pra vir assim, eu só preciso de pílulas que me façam sentir feliz.

Ele mesmo: Tu precisa é te soltar e parar de ter pena de ti.

Ele: Não te dou o direito de falar assim. Quem és? Responda!

Ele mesmo: Alguém que tb está sendo sufocado e tenta dar o último suspiro agora.

E assim ele morreu pra ele mesmo. Sorte que vaso ruim não quebra.

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Perder com honra.

Lutar a boa batalha.

Lutar pelas causas perdidas.

Que hipocrisia hein Zelig.

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Perder pra ninguém ou menos que isso dói, e hoje doeu.

Porque tu não quis mais?

Eu quero, mas preciso que me entendas.

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Bola pra frente o caralho

Tenho por princípio não colocar músicas no blog, mas tive que abrir essa excessão.

Vou Festejar

Jorge Aragão

Composição: João Bosco, Dida, Neoci

Chora não vou ligar
Chegou a hora
Vai me pagar
Pode chorar pode chorar (mais chora)
É, o teu castigo
Brigou comigo
Sem ter porque
Eu vou festejar, vou festejar
O teu sofrer, o teu penar
Você pagou com traição
A quem sempre lhe deu a mão
La laia, la laia
La la la
Eu vou festejar, vou festejar
O teu sofrer, o teu penar
Você pagou com traição
A quem sempre lhe deu a mão
Você pagou com traição
A quem sempre lhe deu a mão

Chega uma hora em que é preciso tomar uma atitude.

Mas, mesmo atitudes precisam de motivações, impulsos ou empurrões.

Amigos são muito bons nisso, dar o empurrão, dizer que vai dar tudo bem, multiplicam e superestimam nossas capacidades para nos convencer de coisas que as vezes não são “alcançáveis.

Preciso de concentração, mas também preciso de afago. De força de quem gosto para seguir em frente.
Queria ter calma. Aueria ter tranquilidade. Queria seguir o caminho mais simples. Queria não ser pessimista. Queria ter coragem de tentar.

É, o tempo verbal entrega tudo.

Bom, tudo isso pra dizer que espero que o vinho que tenho aqui seja o empurrão que preciso e substitua a falta de carinho o seu calor.

E que a fonte nunca seque.

Publicado sem releitura ou correções (como todos outros textos…)

Colocar no limbo. Única saída ou a maior das fugas?

Bom, não sei. Mas não é seguro isolar e manter laços que permitam lembranças.

Esses laços se mantém enquanto sentimos.

Só sentimos por não superar ou aceitar.Aceitar é entender e ver como o melhor caminho.

Melhor caminho? Impossível!

Impossível? Só se for por medo.

Medo. Impede a busca.

Sem busca, sem encontros.

Mas, sem desencontros.

Pois os laços se mantém, e as lembranças voltam.

Pare de ler se não gosta de histórias inacabadas (ou inacabáveis…).

Bom, e porque esse blá blá blá?
Simplesmente porque um mínimo detalhe me faz pensar, lembrar e sentir uma avalanche de sentimentos que não tem explicação, que não são definíveis. Uma saudade misturada com um temor, um medo, uma falta.

Essa coisa de lembrança é esquisita. Ao menos as minhas são. Não lembro dos momentos que teoricamente foram os mais felizes, lembro do que antecedeu isso, lembro da angústia que sentia, de pequenos detalhes das coisas que aconteciam.

Lembro das pequenas mudanças no penteado, dos olhos inquietos que por vezes encontravam os meus e do sorriso que seguia esses encontros, o teu questionador, o meu de embraço. Lembro dos abraços, das conversas, das dúvidas que tinha e da transformação do que sentia sofreu.

Por um lado me salvou, da confusão de humores que eram cotidianos a mim. Das confusões do que sentia e de por quem sentia. Foi nessa medida um ordenamento. um “colocar os pontos nos is“. Foi o estabelecimento do utópico para me livrar do mundo comum. Foi a fuga encontrada por mim, fuga da realidade e da possibilidade de ser feliz.

Mas, não funcionou como deveria. Tu deixaste eu me aproximar, fez com que eu sentisse confiança em mim. Alimentou coisas que eu sentia, moldando-as. Fez com que as coisas não mais fizessem sentido, que a desesperança que construi virasse uma crença, e até um querer ser feliz. Acariciaste, mostrou sentir mais do que um dia sonhei, mas não consegui lidar com isso.

Foi uma tempestade, uma reviravolta, um devir inimaginável… E o que aconteceu? O meu gostar virou medo de perder, virou insegurança completa em tudo e uma agonia sem precedententes, uma ansiedade por estar perto e uma total paralizasão quando perto. Estava ali, mas nada podia fazer do que sonhava porque a simples possibilidade de errar me fazia parar. Não falar nada, não demonstrar nada.

Que gostava era evidente, impossível não perceber. (Pausa para um cigarro…)

Parada estratégica, afinal, sem música é difícil escrever sobre o que sentimos, e, por incrível que pareça, passei batido pelas músicas do Radiohead…

A escolhida foi http://louise-attaque.letras.terra.com.br/letras/49892/

Desbafos são importantes, mas complicados. Desde antes odiava as interrogações, as dúvidas, as incompreensões. E para solucionar isso coloquei a chave dos meus problemas numa saída mágica. Como se alguém podesse resolver meus dilemas, como se uma pessoa fosse capaz de eliminar o que nem eu entendo.

Claro, sem poder me ouvir, sem poder

Ler e-mails do passado não é uma experiência agradável quando se sabe o desfecho deles. É como ver um filme pela segunda vez, se sente tocado, mas não da mesma forma. Por isso que nunca queremos saber o final dos filmes, perde-se o sabor da descoberta, do jogo de conquista que é um filme.

Quando pouco resta trato de trazer a tona o que não sei mas está lá. Uma palavra, uma música, qualquer coisa s torna um subterfúgio capaz de fazer com que se (re)viva os momentos “passados”.

Ô mania triste essa de auto-sabotagem. Para não dar certo querendo acertar, errei.

Bom, são 3 e meia do dia que prometi pra mim mesmo dormir cedo, ecá me encontro, escrevendo e tomando café.

De que valem promessas vãs cujo cumpridor não se preocupa com quem prometeu e esses são o mesmo?

Nada.

Só o meu mundo perfeito

Tem derrotas perfeitas

Humilhações completas

 

O tempo passa e cada minuto

Torna mais forte a certeza de que

                        Sou desnecessário

 

Minha vida se mostra um quebra-cabeça

Porém há peças sobrando

E uma delas sou eu

11/06/2004

Quanto mais conheço formas de sentir e de gostar, expectativas e ideais de relacionamentos, namoros e até mesmo amizades, mais perdido eu fico. As pessoas mudam a cada experiência, aprendem a sentir coisas diferentes, e alimentam seus sentimentos das formas mais distintas, algumas até planejam matá-los a míngua…Mas isso não é importante agora.O que quero registrar para as milhares de pessoas que me lerem, já que descobri algumas coisitas sobre informações aqui passadas que se multiplicaram, transformaram e voltaram de forma irreconhecível… Bem, também não é isso que quero falar… É o seguinte, pensar sobre relações é pura besteira, total perda de tempo, por vários motivos, eis alguns:

- cada relação é diferente da anterior, a negociação dos espaços, a forma de sentir, e a forma de receber.

- Dizer,  “eu sou assim, eu sou assado”, é inválido, porque estamos em constante transformação, tudo nos atinge, algumas coisas no mundo, não sei se alguém disse isso, mas como é bom devo ter ouvido noutro lugar, "respirar é mudar". (Aspas em respeito a um autor que não sei se existe, minha neurose aumenta…)

- Relacionamentos só têm ponto final se formos orgulhosos demais, ou a outra parte assim o proceder. (Adendo, orgulho – Conceito elevado ou exagerado de si próprio; amor-próprio demasiado; soberba…).

- Maior prova de mostrar o que sentimos é ser sincero, aliás, é só o que nos resta. Isso e torcer para que o outro lado nos entenda.

- Pensar no que é melhor pro outro da relação é uma falácia na origem. Porque isso é limitar o bem mais importante que uma pessoa tem, que é a liberdade de escolher seus caminhos, com quem seguir, e em que relacionamentos investir.

- Alguns relacionamentos não têm mais volta quando acaba, nesses casos, é recomendado se permitir coisas novas, novas pessoas, novos ares, novos relacionamentos. Afinal, sem um novo grande time ninguém esquecerá os astros do passado.

Não subestime o que os outros sentem e não será subestimado, se for, pé na bunda da criatura!

Quanto mais conheço formas de sentir e de gostar, expectativas e ideais de relacionamentos, namoros e até mesmo amizades, mais perdido eu fico. As pessoas mudam a cada experiência, aprendem a sentir coisas diferentes, e alimentam seus sentimentos das formas mais distintas, algumas até planejam matá-los a míngua…Mas isso não é importante agora.O que quero registrar para as milhares de pessoas que me lerem, já que descobri algumas coisitas sobre informações aqui passadas que se multiplicaram, transformaram e voltaram de forma irreconhecível… Bem, também não é isso que quero falar… É o seguinte, pensar sobre relações é pura besteira, total perda de tempo, por vários motivos, eis alguns:- cada relação é diferente da anterior, a negociação dos espaços, a forma de sentir, e a forma de receber.- Dizer,  “eu sou assim, eu sou assado”, é inválido, porque estamos em constante transformação, tudo nos atinge, algumas coisas no mundo, não sei se alguém disse isso, mas como é bom devo ter ouvido noutro lugar, "respirar é mudar". (Aspas em respeito a um autor que não sei se existe, minha neurose aumenta…)- Relacionamentos só têm ponto final se formos orgulhosos demais, ou a outra parte assim o proceder. (Adendo, orgulho – Conceito elevado ou exagerado de si próprio; amor-próprio demasiado; soberba…).- Maior prova de mostrar o que sentimos é ser sincero, aliás, é só o que nos resta. Isso e torcer para que o outro lado nos entenda.- Pensar no que é melhor pro outro da relação é uma falácia na origem. Porque isso é limitar o bem mais importante que uma pessoa tem, que é a liberdade de escolher seus caminhos, com quem seguir, e em que relacionamentos investir.- Alguns relacionamentos não têm mais volta quando acaba, nesses casos, é recomendado se permitir coisas novas, novas pessoas, novos ares, novos relacionamentos. Afinal, sem um novo grande time ninguém esquecerá os astros do passado.Não subestime o que os outros sentem e não será subestimado, se for, pé na bunda da criatura!

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